crônica


  • Ocasiões Especiais

    O que seria uma ocasião especial? Pense por alguns segundos. A resposta vem quase automática, como se já estivesse pronta dentro de nós. O primeiro dia de aula. O nascimento de um filho. Um recomeço. Um novo amor. O primeiro beijo. O aniversário. A promoção no emprego. É até difícil listar tudo o que podemos considerar…

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  • Apenas mais um reflexo

    “Ele não sentia nada pelos filhos”. A frase repetida nos corredores digitais não é uma mera constatação, é diagnóstico. O ódio costuma ocupar o espaço onde o afeto não foi cultivado. E o que assusta não é o grito, é a serenidade anterior ao disparo. A calma, o cálculo, a decisão de transformar duas…

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  • O Primeiro (e o Último) Amor

    “Para sempre e todo o sempre, por toda eternidade, desde sempre, desde a maternidade, com comunhão de bens, já que nunca iremos nos separar, esse o único verdadeiro amor, essa coisa chamada amor, amor absoluto, único, já que todos os anteriores eram falsos, aliás, nem eram amores, não amor verdadeiro, nunca houve antes um…

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  • Fevereiro, a febre do dilema…

    O mês de fevereiro é um exemplo de resiliência, ele nos ensina como viver, seguir adiante, mesmo tendo sofrido uma tremenda injustiça histórica: é o único mês do nosso calendário que tem apenas 28 dias, enquanto todos os outros meses têm 30 ou 31 dias. Já explicarei. Primeiro, vamos entender de onde vem o…

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  • O primeiro dia do ano

    O que há alguns anos era um dia de piscina e cerveja com meus primos, neste ano acabou sendo uma caminhada em uma cidade fria no meio da Cordilheira dos Andes com meu esposo e meu filho de nove meses. Descemos do carro, caminhamos alguns passos quando ouvimos uma salsa velha. Era El día…

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  • Joe Secada, C.S.Lewis e Bad Bunny

    Deve haver alguma explicação científica para o prazer que se tem ouvindo uma música marcante de uma época da nossa vida. Esses dias me bateu uma vontade de ouvir canções da época da faculdade. A facilidade de achar qualquer música em streamings, contribui para ter à mão qualquer evocação de nostalgia. Fui para o…

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  • Eu queria falar de amor

    Eu queria falar de amor. Fui num casamento recentemente que, mesmo sem a pompa e circunstância das cerimônias religiosas nas quais costumo cantar, se mostrou muito mais autêntico — sabe aquele casal que você sente que realmente se ama? Pois é, difícil achar um desses. E, como tema da minha próxima crônica, já estava…

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  • Trabalho Invisível

    Ao dobrar os panos de prato, ela prestava atenção às estampas recém-lavadas. Não eram adornadas por galinhas d’Angola, nem por frases fideístas e esperançosas. Mas marcadas por manchas sutis da passata usada no jantar da noite anterior. Com carinho, preparara um filé à parmegiana para a refeição em família — prato favorito do esposo.…

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  • Do soluço

    Assisto a um faroeste antigo na sala, no fim das férias. Acompanhar a trama é minha única preocupação. Tenho ido à academia, comido minhas frutas e vegetais, bebido água em abundância, não tenho dores preocupantes, a glicose e a pressão seguem dentro da média, o 13º preservado no banco. Resumindo, seria possível dizer que…

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  • O consenso segundo o Spotify

    Turistando no Maranhão, saí para um passeio de barco às chamadas Fronhas Maranhenses, no município de Raposa. Na embarcação com mesinhas de plástico, nos acomodamos eu, minha mãe e meu filho. Nas outras estavam: um simpático casal de sampa, uma família religiosa (vocês vão saber por que), uma família laica e uma moça sozinha…

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  • Descritivo da demanda

    Chamei o cidadão no Whatsapp para um orçamento. Lá pelas tantas, ele me solta: — Qual o descritivo da demanda? O sangue me subiu, senti as mãos suando, os pés tremerem. “Descritivo da demanda”? Eu custava crer que aquelas palavras existissem assim, combinadas, numa construção horrenda que o vendedor proferia naturalmente, sem qualquer escrúpulo.…

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  • O sertão não abandona seus nomes

    O sertão não abandona seus nomes. Pode até parecer que sim, quando a estrada fica longa demais, quando as casas fecham suas portas e janelas, quando os alpendres ficam vazios onde antes havia cadeiras e redes, mas nome de lugar não se apaga com ausência. Ele espera. A Cachoeira dos Nunes é uma dessas…

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  • Sobre tucanos, ou não

    Considerações despretensiosas, comentários pinçados em uma conversa banal ou palavras inocentes proferidas sem segundas intenções podem quebrar alicerces, romper ilusões ou grudar na memória como o refrão de um hit de Carnaval, reverberando ad infinitum.  Morar nas proximidades de um parque preservado e me deparar com uma fauna e flora variada é a alegria…

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  • Attraversiamo

    Apesar da paixão pela Itália e pelo italiano, ainda não estudei o idioma. Conheci a palavra no livro “Comer, rezar e amar”, há bastante tempo.  No significado literal, decorre do verbo attraversare (atravessar), na primeira pessoa do plural (nós). Filosoficamente, está diretamente relacionado a sair da zona de conforto, atravessar, em busca do novo. …

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  • No topo da pirâmide, sem chão

    Participei de um treinamento sobre liderança que me trouxe diversos insights sobre como aumentar meu senso de realização no trabalho, desempenhando atividades que me desafiem a potencializar meus pontos fortes. O assunto desperta meu interesse, tanto como objeto de estudo, quanto pela possibilidade de aplicação prática para melhorar minha rotina e a das pessoas…

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  • Entre Burros e Idiotas: O Refúgio da Ignorância

    Ignorância não é ofensa, é condição. Ser ignorante é simplesmente não saber — reconhecer a ausência de conhecimento e, por vezes, escolher o silêncio para não cair na armadilha das bobagens. É uma pausa humilde diante da vastidão do mundo. Mas não confundamos ignorância com imbecilidade. O imbecil é o bruto: resolve tudo na…

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  • A arte de pensar com as mãos ocupadas

    A arte de pensar com as mãos ocupadas

    Desde pequena desenvolvi uma habilidade peculiar: só penso direito quando minhas mãos estão ocupadas. Dê-me um novelo de lã e duas agulhas e, pronto, minhas ideias começam a trabalhar — às vezes até antes de mim. Sempre achei que esse hábito era apenas um jeito de evitar a ociosidade manual, uma espécie de TOC…

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  • A Roda da Fortuna

    “A vida é uma ponte entre dois nadas e tenho pressa.”Caio Fernando Abreu Naqueles dias em que nada dá certo, o que fazer? Trancar-se no quarto e esperar o raiar de um novo dia ou enfrentar a ira do mundo? Certas vezes, quero apenas ficar sob as cobertas e esperar o fim da maré…

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  • A melhor crônica do mundo

    2025 foi um ano repleto de realizações pessoais e profissionais, o que fez dele um ano muito especial e difícil de superar. Posterguei ao máximo a crônica de janeiro de 2026 pois estava presa na pior armadilha que uma escritora pode cair: a espera da inspiração, do tema perfeito. E isso só resulta num…

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  • Amor Grand’Hotel

    Eu, adolescente nos anos 90, ouvia a música Grand’hotel do Kid Abelha sem parar e ficava fantasiando como seria esse intenso amor com um nome tão suntuoso. Imaginava que ao contrário dos romances juvenis, apressados e sem jeito, esse sentimento anunciado pela música, seria um porto seguro, um verdadeiro romance digno de uma película…

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  • Vamos abrir as janelas

    Vamos abrir as janelas

    Um tempo atrás, eu estava respondendo um questionário para uma estudante que iria produzir um texto entrelaçando a minha vida pessoal com a literária. Lá pelas tantas, apareceu a temida pergunta: “como driblar o bloqueio criativo?”. O terror de alguns escritores. Ele ronda quem precisa usar da criatividade e por vezes também aparece por…

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  • Catálogo de cores para atravessar o tempo

    Chega o fim de ano, e lá vamos nós escolher a cor da roupa para atravessar a virada. Dou um clique no Google em busca de seus significados. As mais recorrentes são o branco e o amarelo. O branco acena para a crença na paz e no recomeço. O amarelo — ou dourado —…

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  • O que te impede de desaparecer?

    O que te faz sorrir?E quando você sorri, alguém está em sua mente?Qual é o seu primeiro pensamento do dia?O que te motiva?Quais são os seus sonhos? Agora pensa em um dia turbulento. Um dia em que você se encontra no meio da tempestade. Um dia em que tudo parece conspirar contra você, em…

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  • A felicidade “apesar de”

    Dezembro sempre chega como quem corre carregando suas malas depois de ler no painel do aeroporto: “última chamada”.  O apocalipse parece próximo, a ansiedade de um atropela a calma do outro e essa sucessão acarreta um stress coletivo aparente.  Reclamamos que as pessoas pensam que “o mundo vai acabar”, mas a maioria de nós…

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  • Efeito Janus

    Antes, muito antes de me tornar professora eu já intuía que não podemos ter tudo e, principalmente, que não damos conta de saber de tudo. Depois de mais de três décadas exercendo o meu ofício, sei muito bem, na prática que aprendemos mais e mais todos os dias e, ao mesmo tempo, enxergamos o…

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  • Quando os pontos finalmente se conectam

    Na próxima sexta-feira, envio a versão final do meu TCC. Se alguém tivesse dito à minha versão de 19 anos, cheia de certezas e idealizações, que eu me formaria em Letras — após seis anos de graduação, e não quatro — e que eu nunca viria a querer trabalhar na área, eu não teria…

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  • Manual atualizado da sofrência

    Nunca tinha me atentado para a existência desse termo. Com a morte prematura de Marília Mendonça e a retomada dos comentários sobre a autora, que faria 30 anos em 2025, a palavra ganhou espaço na mídia e me levou a pensar um pouco no sentido de se cantar a sofrência — e no quanto…

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  • Vítimas inocentes da sociedade

    Li outro dia um jargão famigerado nestes tempos da extrema-direita bolsonarista: “vítimas inocentes da sociedade”.  A referência era sobre a megaoperação policial que aconteceu no Rio de Janeiro em 28 de outubro de 2025 com 122 mortos. Poderíamos denominar também como uma matança no complexão do Alemão e da Penha. Da mais de uma…

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  • Sabor de quê?

    Sabor de quê?

    No mercado, ao pegar uma barra de chocolate da prateleira, me deparei com a informação na embalagem: “sabor de chocolate”. Parei. Desde quando chocolate precisa explicar que tem sabor de chocolate? A dúvida ocupou um andar inteiro na minha mente. Chegando em casa, fui logo conferir. Descobri que, no Brasil, só pode ser considerado…

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  • Antes que a cidade desperte

    As manhãs de férias têm um som diferente. Não sei bem se é o barulho que muda, talvez seja a ausência dele que nos ensina a escutar com mais atenção. A rua ainda dorme quando a janela se abre, e o mundo parece caber por inteiro naquele primeiro gole de ar. O asfalto da…

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  • Ir à lua? Fichinha

    As turbinas já estavam ligadas e o piloto acabara de dizer:  — Atenção! Preparar para decolar.  As mãos do casal se entrelaçaram e os olhos em especial da mulher permaneciam fechados em direção às nuvens. Mas, foram justamente elas, as nuvens, que fizeram com que aquela mulher, antes tão temorosa, pudesse enfim admirar a…

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  • Entre o estresse e o chá das seis

    Tem dias em que o mundo parece uma bomba relógio a ponto de explodir. O telefone toca, são inúmeras mensagens no WhatsApp, o relógio corre e a gente não tem o mesmo ânimo para correr junto, como se houvesse uma linha de chegada que nunca chega. Durante muito tempo, enxerguei o estresse apenas como…

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  • Metade do prazer

    Você idealiza demais as coisas, Anne — comentou Marilla com um suspiro. — Receio que muitas decepções a aguardam ao longo da vida. Fui reler minha primeira crônica do ano passado neste blog (aqui). Falava sobre esperança. A de abril já anunciava um fiasco (aqui). Porque, claro, todo mundo sabe, esse negócio de virar…

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  • Recomeço

    Drummond nos disse que para ganharmos um ano verdadeiramente novo é necessário que o mereçamos. Já Mário Quintana nos lembra da meninazinha de olhos verdes, a Esperança, renascida a cada primeiro de janeiro. Roberto Pompeu de Toledo, em texto erroneamente atribuído a Drummond, nos fala da genialidade de quem inventou o tempo cortado em…

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  • A primeira crônica do ano ou começamos mal

    Ontem desejamos feliz novo ano, nos abraçamos plenos de esperanças, pulamos ondinhas na praia, a lista de desejos nas mãos. Hoje acordamos com bombas explodindo na casa do vizinho. Independente de gostarmos ou não do vizinho, me recuso a aceitar que o caminho é explodir bombas em tetos alheios. Dentro dessas casas habitam humanos…

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  • ETC.

    Ao anoitecer, me vi escutando pela quinta vez seguida a Rita Lee cantando “Qual é a moral?” “Qual vai ser o final dessa história?” E acredito que nessa loucura que é viver, a resposta está no “etc.”. O termo “etc.” é uma abreviação para a expressão “e outras coisas” ou para admitir o sentido…

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  • Vida, me ensina a frear

    Quem sabe que eu sou cronista, sempre vem com sugestões para eu escrever uma crônica. Eu ouço atentamente a ideia, mas nem sempre sou capaz de me sentir inspirada o bastante, pelo simples fato de que não vi a história, a situação relatada. Mas, neste mês de dezembro eu aceitei escrever uma crônica sobre…

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  • Dezembrite

    Dezembrite

    Eu queria estar alegre, saltitante, em clima de pisca-pisca. Eu queria festejar, dançar, conforme os bonecos do Papai Noel nos shoppings centers da vida. Eu queria ter espaço no estômago para devorar pernil, tender, salada de bacalhau, salada verão, arroz com passas e farofa de ovos. Eu queria estar imbuída do clima natalino como…

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  • Fechado para balanço

    Finalizar o ano é acertar contas. Na vistoria dos últimos doze meses, avaliar o que foi finalizado, as pendências que restaram, o que pede continuidade. Nem sempre vale a pena insistir. Desistir pode representar a oportunidade de abrir aquelas caixas que permanecem fechadas e descobrir seus conteúdos. Talvez a chance de experimentar algo novo…

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  • Dilema na revistaria

    Dia quente. Saí para comprar picolé. Passei deliberadamente pela revistaria, que era no centro e veio pro meu bairro; em tese, uma alegria, mas tudo sempre tão caro. Passei por passar, mas vi o banner: agora eles vendiam uma revista famosa que eu queria ler há um tempão. Confirmei com o dono: “Vocês vendem…

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  • Fim de quê?

    Não existe vibe igual a de fim de ano, alguns pensam em dar conta de tudo que não conseguiram fazer e outros já entregam para os próximos 365 dias que ainda nem começaram. Ganhar na Mega da Virada, gastar o décimo terceiro, guardar dinheiro para as despesas de janeiro, fechar as notas da faculdade…

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  • O vagão no trilho que não muda a direção

    Voltei do trabalho no vagão das mulheres no metrô da minha cidade. Esse vagão, disponibilizado nos horários de pico para uso exclusivamente feminino, sempre me desperta reflexões. Seria um gueto para nos segregar do mundo masculino? O quão machista e misógina é nossa sociedade para naturalizar a necessidade desse vagão? O que está sendo…

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  • Cardápio de botequim

    Cardápio de botequim

    Vivemos na era digital e ainda estamos tentando assimilar o que ela traz de facilidades e de complicações para quem nasceu na era da inteligência analógica. É uma relação de atração e repulsa, pois ora nos encantamos com a facilidade que os avanços por exemplo da IA nos proporcionam, ora nos irritamos profundamente com…

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  • Meia hora

    Dentre as faculdades que cursei, uma delas foi Licenciatura em Letras. Fiz mais pela literatura do que pela ideia de seguir a carreira docente. Mas já que o diploma estava ali, pensei: por que não prestar um concurso para professor? Mas não é sobre o concurso que pretendo falar nesta crônica. Hoje, o assunto…

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  • Correspondência de Natal

    O silêncio é sinônimo de paz e tranquilidade e apesar da hora avançada, havia uma pequena movimentação que me obrigou a investigar o que estava acontecendo. Ao sair do meu canto e chegar na sala deparo com três pares de olhos concentrados sobre um ponto específico da Árvore de Natal. Sem deixar transparecer a…

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  • Ao ritmo do final de ano na Colômbia

    Este ano completei doze anos morando no Brasil, e a pergunta recorrente desde que cheguei é: a Colômbia é muito diferente do Brasil? Sempre tive dificuldade em responder. Será que é mesmo diferente? Fico na dúvida. Talvez seja. Os brasileiros, na sua maioria, ainda relutam com a ideia de se identificar como latino-americanos. Em…

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  • Novembro, o mês do quase

    Novembro chegou como quem abre a porta devagar. Sorrateiro. Não invade, mas também não espera convite. Apenas se instala no canto da sala e observa a nossa pressa, como quem sabe de antemão que ninguém está realmente preparado para ele. Em poucos dias, 20 e tantos se passaram. Acredito eu, que isto se dá…

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  • Cidade de Cora

    Cidade de Cora

    “Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.” — Cora Coralina Ando pelas ruas de pedra. Alterno o olhar entre o chão e as fileiras de casas, encostadas umas nas outras. Tão lindas que parecem ter saído de uma pintura: fundos brancos, janelas e portas coloridas, enfeites delicados.…

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  • Destino e nobreza: elogio à simplicidade

    Eu estava em uma viagem de navio e costumava ir ao convés admirar o horizonte. Passava longas horas refletindo sobre a minha vida e tudo ao meu redor, inclusive no privilégio de estar onde estava, naquela hora, vendo o que via. Súbito, um pássaro me chamou a atenção. Ele apareceu do nada e voava…

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